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A alimentação influencia muitos fatores no corpo dentre eles associados ao cérebro. As células são compostas de vitaminas, minerais e gorduras benéficas, para realizarem suas funções adequadame181nte como metabolismo, comunicação entre os hormônios, produção de energia, entre outros.

Devido à correria do dia a dia muitas pessoas acabam se alimentando mal, na pressa vai o pão com peito de peru ou presunto, frituras, salgadinhos, suco em pó, biscoitos recheados, refrigerantes, fast foods, etc. Há uma infinidade de produtos prontos disponíveis no mercado, por esse fato o consumo de produtos industrializados ricos em sódio, açúcar, gordura (trans), aditivos químicos e pobres em nutrientes aumentou enquanto o consumo de verduras, peixes, frutas, legumes reduziu.

Tais produtos alimentícios não nutrem as células (formadas por nutrientes), desequilibram todo o funcionamento do corpo que requer muito mais nutrientes para o cérebro funcionar de maneira adequada nessa vida tão atarefada.

O cortisol que é o hormônio envolvido no estresse fica alterado. Sua produção não ocorre em horários corretos e a consequência disto é uma maior compulsão por doces ou carboidratos, baixa disposição ao levantar, fadiga, cansaço, irritabilidade, nervosismo, podendo gerar perda de massa muscular, acúmulo de gordura na região abdominal, enxaqueca, aumento de infecções, baixo resultado na academia, afeta as emoções chegando ao ponto do indivíduo não saber lhe dar com elas.

 “Nutriente da inteligência às nossas emoções”, já dizia Drª Gisela Savioli em seu livro: Alimente bem suas emoções.

Estresse: O cérebro é formado por neurônios e eles contam com uma imensa quantidade de células, o neurônio é revestido por uma bainha de mielina, uma espécie de capa de gordura, como se fosse um isolante térmico.  E é por isso que o cérebro é composto por 60% de gordura, daí podemos entender porque a ingestão de gorduras boas é essencial para o funcionamento desse órgão.

A sensação de bem estar que sentimos é devido a uma maior transmissão de informações realizadas pelos neurônios que é potencializada com a prática de atividade física e uma boa nutrição!

Com os nutrientes adequados você reage melhor, pensa melhor, e ganha qualidade de vida e isso melhora até a convivência com as pessoas. Sem contar que o estresse é gatilho para outras doenças, ressaltando que o fator genético conta 20% e o meio em que vivemos 80%.

Dentre as doenças relacionadas ao estresse estão: doenças do trato gastrintestinal, doenças cardiovasculares, dores musculares, hipertensão, depressão, abalando o psiquismo e as partes neurológica, hormonal e imunológica atingindo o corpo como um todo, altera as reservas de nutrientes, vitaminas e minerais.

Os nutrientes que aliviam os sintomas de estresse são: vitamina C, vitaminas do complexo B, zinco, magnésio, selênio e o ômega 3. Por isso o ideal é aumentar a ingestão de alimentos como: abacate, castanha-do-pará, melão, pêssego, acerola, morango, abacaxi, goiaba, cenoura crua, cebola, semente de girassol, semente de linhaça e gergelim, salmão, fígado de boi, ovo, peito de galinha, carne bovina, sardinha, alho, folhosos verde-escuro (agrião, couve, brócolis, espinafre, rúcula).

O café por ter propriedade estimulante, pode ser substituído por chás como o de camomila, erva-doce e cidreira que tem efeito calmante.

Ansiedade e Depressão: Nossas células são formadas por nutrientes, e eles vem da natureza. Dentro de cada neurônio é sintetizada a serotonina (neurotransmissor envolvido na depressão) ligado às sensações de felicidade, satisfação, alegria e contentamento. O consumo de triptofano (menor parte da proteína) ajuda na produção de serotonina. As mulheres são mais propensas a terem depressão do que os homens, pois eles produzem 50% a mais de serotonina do que o sexo feminino. Nas mulheres a serotonina em baixos níveis está associada com a ansiedade e depressão. Já nos homens está relacionada à agressividade e ao alcoolismo.

Três fatores colaboram para desencadear a ansiedade e depressão: alimentação, deficiência de nutrientes e estresse. A ausência de vitaminas do complexo B, como vitaminas B6 e B12, ácido fólico, ômega 3, falta de aminoácidos como triptofano e tirosina e o consumo exagerado de açúcar ou de estimulantes pioram o humor e reduzem a motivação.

Os sintomas como cansaço, tontura, irritabilidade, insônia, falta de concentração, necessidade de comer doces, entre outros, estão ligados a um dos fatores “ocultos” na depressão devido à falta de controle dos níveis de açúcar no sangue, caracterizada pela falta de sensibilidade à insulina (resistência insulínica).

Outra questão para a qual o açúcar deve ser evitado, é que para metabolizá-lo é preciso a utilização de alguns nutrientes tais como: cromo e vitaminas do complexo B (essenciais para manter o humor), a carência de cromo no organismo provoca o desejo de consumir doces.

Quando refinado, o açúcar perde cerca de 98% do cromo existente nele e esse nutriente ajuda no equilíbrio dos níveis de glicose no sangue, resumindo: quando você consome açúcar refinado, você perde os nutrientes essenciais para a sensação de bem estar. Por isso dê preferência aos alimentos integrais e repletos de nutrientes para equilibrar a glicose no sangue.

Para alívio de sintomas depressivos e de ansiedade acrescente alimentos na sua dieta como: gema de ovo, ervilha, lentilha, feijão branco, arroz integral, grão de bico, castanha-do-pará, nozes, abacate, amaranto, carne bovina, banana e quinoa.

            O ideal é adotar hábitos de vida saudável como praticar atividade física, controlar o estresse, fazer acompanhamento psicológico e alimentação adequada, segue algumas dicas:

  • Aumente o consumo de frutas e legumes;
  • Reduza a ingestão de açúcar e estimulantes como bebidas com cafeína e o tabagismo;
  • Consuma peixes como salmão, sardinha;
  • E tenha atenção para o consumo suficiente de proteínas diárias (feijões, carnes, ovos, quinoa).

Saiba que corpo, mente e alma devem estar sempre em harmonia, se um deles está em descompasso, os outros se desequilibram e entramos em “colapso”, nada parece estar bem e nos pegamos em um profundo descontentamento. A saúde não se resume em um corpo físico aparentemente bem se o psíquico não está legal. Como vimos, a prática de atividade física e a alimentação tem forte influência na saúde mental.

Não devemos apenas comer, mas sim alimentar nosso corpo com nutrientes através da ingestão diária de comida de verdade que consiste em verduras, legumes, frutas, peixes, oleaginosas. Embora não pareça ou as pessoas não percebam ou esquecem isso, comida de verdade é barato, não gastamos muito tempo para picar vegetais, cozinhar os legumes, preparar uma salada ou descascar uma fruta.

Basta a conscientização de que isso proporciona bem estar e qualidade de vida que vira hábito, rotina, estilo de vida. Sem dúvida esse é o caminho para uma vida melhor desfrutando de muita saúde e bom humor!

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