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O outro se comporta como dono da sua vida e a controla como bem quer; Teme a reação do seu parceiro, pois pode ir da docilidade à crise de fúria em segundos; Ele é ciumento, possessivo e coloca a culpa de qualquer problema na relação exclusivamente em você; Por exigência e chantagem dele, abandonou amigos ou atividades; Abala a sua auto-estima debochando de suas opiniões e se você insiste, ele reage de maneira agressiva, com gritos; Usa frases de chantagens emocionais como “você judia de mim”, “por que me trata assim se te amo?” e até ameaça suicídio quando decide dar um fim ao relacionamento… Cuidado! Você pode estar vivendo com um misógino. O termo não é muito conhecido, mas com certeza você já teve contato com um misógino, extremamente presente na sociedade. Resumindo, é um homem que tem medo e como conseqüência, raiva da espécie feminina. Mas essa raiva é irracional, em 90% dos casos ele não sabe o que é e muito menos entende esse sentimento dentro de si. O medo é tanto da própria mulher quanto também dela o abandonar, pois está dependente desta assim como esteve da sua mãe. Aliás, o misógino transfere para o relacionamento todo o sentimento que possuía pela figura materna. O pavor é tanto, que decide dominar e controlar a todo custo tanto a mulher quanto a relação. Só assim terá tranqüilidade de que não será abandonado. O seu comportamento é dualista, no início do relacionamento se porta como um perfeito sedutor, romântico e com um ar de carente e sofrido. Ele está decidido a conquistar, geralmente atraído pelo que mais odeia: uma mulher independente. Difícil de identificação, pois “eles parecem amar intensamente, com relacionamentos duradouros, com uma necessidade brutal de CONTROLAR mais do que necessitavam ser admirados, como os narcísicos. Eles podem ser responsáveis e competentes em suas relações com a sociedade; seu comportamento destrutivo não é generalizado, como acontece com o sociopata. Esse comportamento destrutivo é dirigido exclusivamente à parceira.” Iniciando o relacionamento, também a outra face aparece que é a de destruir e submeter a mulher, através da tortura psicológica e até de violência física, em casos extremos: “Esse tipo de opressão psicológica é particularmente insidioso, por que muitas vezes está disfarçada de ensinamentos para tornar a mulher uma pessoa melhor. Este tipo de misógino se apresenta como mestre e guru da parceira: Mas não o importa quanto ela se esforce e mude para atender as suas necessidades, sempre estará inevitavelmente errada. Formas que os misóginos têm de OPRIMIR sua parceira: • Através da negativa: ele nega o corrido, levando a parceira a questionar sua acuidade, e a validade de sua memória. Assim não há jeito de se resolver os problemas com alguém que nega sua existência e insiste que nunca ter existido o que a mulher sabe ter ocorrido; • Através da alteração dos fatos, o misógino reformula o fato para se ajustar a sua versão, faz alterações drásticas e amplas nos fatos, a fim de chancelar sua versão da historia; • Alega que está se comportando mal como reação a algum desvio de sua parceira, é como se seu comportamento afrontoso passa a ser uma reação compreensível a alguma terrível deficiência ou provocação da parceira. Transferindo a culpa ele se protege: absolve-se do desconforto de reconhecer sua participação no problema e convence a parceira que suas deficiências de caráter soam o verdadeiro motivo das dificuldades na vida em comum; • A parceira não pode protestar, e se a parceira o faz, ele fica mais furioso. Ele encara a reação como um ataque pessoal e como prova das inadequações da parceira. Ele transforma a parceira em culpada e ele a própria vitima. Isto acontece, pois ele está mais preocupado em desviar a culpa de si mesmo do que em reconhecer a angústia que causa à parceira. • Se o misógino se sente ameaçado de perder alguma coisa que lhe é importante, e sentindo-se humilhado, é bastante provável que a balança se incline para a brutalidade. Para ele através do medo poderá controlar melhor sua parceira; • Se a parceira tiver alguma atividade significativa que o misógino encare como ameaça, ele fará testes de sua devoção, fazendo com que ela reduza drasticamente seu mundo. Esse tipo de ciúmes e possessividade se estendem em todos os aspectos de vida. Qualquer coisa que a parceira faça que esteja fora do controle do misógino, ou seja, encarada como uma ameaça a ele deverá ser abolida; • Entre todas as coisas ineficazes que uma mulher pode fazer, tanto consciente como inconscientemente para tornar o relacionamento menos doloroso, a CONIVÊNCIA é ao mesmo tempo a mais sutil e mais destrutiva para ela. No momento que ela entra em conluio com ele, a mulher perde de vista o que acontece de fato entre os dois. Sua distorção da realidade para se ajustar à visão do parceiro indica que suas percepções estão completamente fora de foco.

FONTE:http://codependentesemocionais.blogspot.com.br/2012/01/misogino-uma-relacao-perigosa.html

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Redatora Casule
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